Planos de Saúde terão focos para prevenção e tratamento de doenças emocionais

Planos de Saúde terão focos para prevenção e tratamento de doenças emocionais

De acordo com estudos da Organização Mundial de Saúde, OMS, estima-se que boa parte da população das grandes metrópoles, como São Paulo, por exemplo, sofre com transtornos mentais e doenças emocionais, como ansiedade e depressão.

A razão disso não é novidade: as condições de vida em ambientes de alta urbanização e as suas privações sociais estão entre os principais fatores. Geralmente nessas regiões, as pessoas sofrem muito com o trânsito, o estresse profissional e o isolamento. Pode parecer absurdo, mas, mesmo rodeadas por outros milhares de cidadãos e por tantos meios de comunicação, as pessoas não estão mais acostumadas a se relacionar socialmente.

Baseado nessa realidade, imagina-se que pelo menos nas cidades pequenas as pessoas não sofrem com esses riscos, não é mesmo? Pois saiba que nem mesmo as cidades de pequeno porte ficam de fora das estimativas. Mesmo nesses lugares, profissionais, como psicólogos e psiquiatras, frequentemente evidenciam problemas ligados à rotina e o relacionamento entre as pessoas.

Hoje, no país, distúrbios de ansiedade e depressão se encontram entre as principais causas de afastamento no trabalho e essa situação é apenas um reflexo do que também está aparente em outros lugares do mundo. Se continuar nesse ritmo, de acordo com estudos da OMS, em 2030, a depressão tende a ser a enfermidade mais predominante no mundo todo, afetando diretamente o relacionamento entre as pessoas e a produtividade profissional das mesmas.

Diante dessa situação, a tendência é que a as operadoras de planos de saúde tomem iniciativas em seus programas de gestão da saúde. Isso implica no surgimento de novos focos voltados para ações preventivas numa tentativa amenizar tanto o surgimento como as consequências que as doenças emocionais acarretam para a vida das pessoas.

Nesse sentido, muitos planos pretendem enfatizar uma atenção especial para a terceira idade, que tem estimavas de crescer muito nos próximos anos. Devido à queda de poder aquisitivo e o isolamento social afetivo, os idosos são um público com alta margem de risco às doenças emocionais.

Para quem quer fugir dessa realidade, é possível acompanhar o nosso blog e ver dicas sobre como se divertir na terceira idade, assim como sugestões para uma vida mais saudável e rica em qualidade de vida. Finalizamos, portanto, lembrando que sempre há um meio de viver mais feliz!

 

 

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