Fratura do quadril é um risco para a terceira idade

Fratura do quadril é um risco para a terceira idade

Devido ao processo natural de envelhecimento, o desgaste dos ossos e perda da agilidade motora e equilíbrio, muitas vezes, tornam-se fatores que comumente afetam a saúde do idoso. Digno de atenção constante, esse tipo de problema pode ainda abrir portas para o aparecimento de algumas doenças e, até mesmo, certas lesões fatais para o idoso.

Nesse sentido, a fratura dos quadris se destaca como um perigo alarmante. Denominada “fratura do fêmur proximal”, a lesão é responsável por, em média, 50% das internações de idosos por traumas em prontos-socorros.

Decorrente de problemas posturais e acidentes domésticos, como batidas e quedas, grande parte dos casos acontece entre pessoas de idade avançada, mas que ainda são capazes de andar sozinhas e viver, tranquilamente, em comunidade.

O grande número de incidências da fratura, em função dos dados constatados, já foi considerado motivo de preocupação para a Organização Mundial da Saúde (OMS), caracterizando-a como um problema de saúde pública.

Segundo a OMS, a fratura dos quadris é um risco, tanto para os países desenvolvidos, quanto para as nações em desenvolvimento. Só no Brasil, por exemplo, a estimativa é de ocorrem 100 mil casos de fraturas de quadril ao ano.

O problema é ainda mais frequente em mulheres idosas e pacientes que sofrem de osteoporose. A prevenção, portanto, continua sendo a melhor opção, ressaltando a importância de se contar com planos de saúde dedicados aos cuidados da terceira idade.

 

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