Glossário temático de saúde suplementar é lançado pela ANS

Glossário temático de saúde suplementar é lançado pela ANS

Muitas vezes, os usuários de planos de saúde se veem às voltas com termos técnicos que não fazem parte de seu vocabulário corriqueiro. Isso dificulta a comunicação e, às vezes, pode atrapalhar a busca por direitos e mesmo o entendimento sobre seus deveres. Para sanar essa lacuna, foi criado um glossário de termo técnico da saúde suplementar.

Em sua segunda edição, o Glossário Temático da Saúde Suplementar, lançado pela ANS, reúne os principais termos técnicos utilizados pelo setor. A mais recente versão foi feita em parceria com o Ministério da Saúde e conta com 246 verbetes, apresentando traduções para o espanhol e o inglês.

 

A publicação tem como objetivo disseminar os termos mais conhecidos e utilizados na área da saúde para ampliar e facilitar o conhecimento institucional. Além disso, o glossário apresenta informações específicas e técnicas sobre o setor. Para facilitar a vida dos usuários, ele está disponível para consulta no portal da ANS (clique aqui para acessá-lo na íntegra), o acesso é fácil e o conteúdo bastante dinâmico.

Essa segunda edição do glossário faz parte de um projeto maior, o Projeto de Terminologia da Saúde do Ministério da Saúde e da área de Gestão do Conhecimento de ANS. Para começar a construí-lo em 2008 foi instituído um grupo técnico que contava com a participação de integrantes de todas as diretorias da ANS. Tudo isso para que cidadãos possam compreender todas as informações pertinentes sobre a contratação de serviços de saúde.

 

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Como usar corretamente muletas, bengalas e andadores

Como usar corretamente muletas, bengalas e andadores

Em casos de problemas temporários ou crônicos de locomoção, os auxiliares de marcha, como andadores, muletas e bengalas, são necessários para manter a autonomia do idoso. Estes objetos são usados, normalmente, em sessões de fisioterapia ou durante o período de recuperação de um acidente e pós-operatório, por exemplo.

Para que cumpra seu objetivo, o auxiliador de marcha deve ser escolhido de acordo com a situação, para que o aparelho seja aproveitado em toda a sua capacidade, melhorando a qualidade de vida do usuário. Recentemente o programa “De cara com a maturidade”, da Prevent Senior apresentou algumas dicas de como usar esses utensílios, abaixo as principais. Confira!

Bengalas
Usadas para melhorar o equilíbrio do paciente e ampliar a base de sustentação do usuário. Por isso, é indicada apenas para os casos em que não há restrição de sustentação de peso corporal. Ela deve ser usada do lado oposto ao membro afetado, fazendo com que a marcha seja a mais natural possível, evitando ainda que uma força muito excessiva seja dispensada para usá-la como apoio, evitando danos aos ombros ou outros membros.

Andadores
Devem ser usados para sustentação total ou parcial do peso, sobre um dos membros inferiores. Há diferentes modelos de andadores, o ideal é escolher considerando a dificuldade do paciente. Para utilizá-lo, o indicado é que a caminhada seja lenta e o membro machucado ditará o ritmo, sendo necessário tomar cuidado redobrado com escadas e rampas.

Muletas
De uso temporário, raramente são indicadas para os pacientes idosos. Não devem ser usadas por quem sente dores intensas ou crônicas nas pernas ou coluna. São perfeitas para dar estabilidade, facilitando a descida de escadas e rampas.

São indicadas para uso temporário e em casos de locomoção após acidentes, cirurgias ou ferimentos nas pernas, coluna, bacia ou nos pés. A muleta melhora a estabilidade e o equilíbrio do corpo e são ideais para quem precisa descer rampas e escadas.

Para acessar a reportagem completa, clique aqui.

 

 

 

 

 

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Novas técnicas de gestão visam melhores atendimentos

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Novas técnicas de gestão visam melhores atendimentos

Buscando promover melhores práticas de gestão, em hospitais e planos de saúde, recentemente foi assinado um acordo entre as operadoras de saúde suplementar e a ANS. A medida visa a implantação de novos modelos de remuneração em relação aos atendimentos feitos aos beneficiários de convênios médicos.

Atualmente, a remuneração segue um modelo chamado de “conta aberta por unidade de serviço”. O que significa que cada item utilizado pelo paciente é descrito na conta, após o processo de faturamento ter sido analisado pelos profissionais na hora da internação. Essa burocracia faz com que os planos de saúde mantenham grandes equipes para rever e discutir valores e contas.

Segundo a nova proposta, os itens frequentes em uma internação passam a ser cobradas de maneira agrupada. Isso diminui os custos com a administração, ou seja, os serviços de enfermagem, administrativos e os aparelhos e recursos físicos utilizados contam como um único item na fatura hospitalar.

O que se pretende atingir com essas novas formas de atuação é que os hospitais ofereçam produtos completos aos planos de saúde. Por exemplo, um procedimento cirúrgico será oferecido já com todos os itens necessários à sua realização. Desse modo, os hospitais estão tendo que reformular seus protocolos e diretrizes, que são uma espécie de roteiro para os atendimentos.

Essas mudanças promovem melhores serviços, já que as equipes com resultados mais satisfatórios serão reconhecidas. Esse reconhecimento muda a dinâmica da relação com os convênios médicos que avaliarão as indicações e condições clínica do paciente, bem como dos serviços, tirando de foco a análise das contas

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Planos de Saúde para idosos: fique por dentro dos seus direitos

Planos de Saúde para idosos: fique por dentro dos seus direitos

Ninguém precisa ser médico para entender a lei natural da vida, que determina que com o passar da idade as doenças ou problemas de saúde ficam mais comuns e se agravam. Essa realidade faz com que idosos necessitem de uma atenção especial em relação à sua saúde, o que faz com que operadoras de planos de saúde tratem os convênios para pessoas com mais de 49 anos de forma diferenciada.

Não são poucos os casos de empresas que tentam colocar obstáculos e dificuldades quando os idosos procuram por um plano de saúde. Geralmente isso acontece porque as empresas acreditam que este tipo de público usaria os serviços com mais frequência, deixando assim a operadora com grandes riscos de prejuízo.

No entanto, desestimular ou dificultar pessoas com mais de 60 anos de idade a contratarem um convênio médico é ilegal e vai contra o Código de Defesa do Consumidor. Caso isso venha acontecer, a pessoa deve acionar a ANS (Agência Nacional de Saúde Complementar) para que a operadora seja devidamente penalizada.

Além disso, o idoso também está amparado pelo Crédito Direto ao Consumidor (CDC), pela Lei de Planos de Saúde e pela Súmula Normativa da ANS. As normas estão todas em consenso com o Idec -(Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor) para atender as pessoas que sofrerem esse tipo de lesão.

Um detalhe que sempre gera muita discussão é a questão dos reajustes. Desde 2004, ficou proibido o aumento da mensalidade dos planos de saúde para idosos, com idade superior a 60 anos.

De acordo com o Idec, os contratos que foram assinados antes de 2004 também devem seguir as normas. Caso a operadora insista em reajustar a mensalidade alegando que o contrato foi assinado antes dessa lei entrar em vigor, o idoso deverá contestar a decisão, reunir provas e acionar a justiça pelas práticas abusivas da empresa.

Assim como outros consumidores, os idosos têm o direito de ter acesso à saúde suplementar. A terceira idade, mesmo que seja uma das fases mais frágeis e vulneráveis, não deve ser encarada como motivo para preços abusivos ou impedir a contração dos planos de saúde, muito menos na qualidade dos serviços prestados.

 

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Idosos conquistam o mundo das mídias sociais

Idosos conquistam o mundo das mídias sociais

O acesso ao mundo virtual já não é mais um privilégio para os jovens. Segundo pesquisas sobre o crescimento do Facebook, 26% dos 61 milhões de usuários conectados à rede social são pessoas com mais de 55 anos. Isso significa que grande parte dos idosos está mais ativa e propensa a novas descobertas.

Além de recomendações para manter uma dieta saudável e praticar atividades físicas, os médicos ressaltam que, cultivar os laços sociais e exercitar o cérebro com atividades diferenciadas são ótimos remédios para prevenir a depressão e a solidão, que estão entre os males que afligem a terceira idade.

Não é porque envelhecemos que podemos deixar de aprender coisas. É justamente nesse contexto que o uso da internet e principalmente das mídias sociais se faz cada vez mais presente no cotidiano da geração que, quando jovem, mal tinha acesso ao telefone. Inclusive, muitos deles estão nessa fase da vida aprendendo a usar o computador.

 

Descobrir como visitar as páginas, achar assuntos que sejam de seu interesse, resgatar amizades antigas, estimular encontros e ter um contato mais “próximo” com parentes que moram longe têm sido as principais atividades da terceira idade nas mídias sociais.

Essa movimentação social dos idosos na rede despertou também um novo olhar de algumas empresas que já os veem como público alvo. Um bom exemplo disso é a americana Apple que já oferece em suas lojas aulas do tipo passo a passo para ensinar desde como ligar os aparelhos até como navegar e usar os milhares de aplicativos disponíveis.

Como o número de idosos que viajam em grupo e fazem atividade física também é crescente, agências de viagens e academias também estão investindo na divulgação de um conteúdo personalizado justamente para atender as necessidades e interesses dos idosos.

Com isso, podemos concluir que está havendo uma verdadeira mudança e a tendência é que aumente ainda mais o número de idosos na internet, o que significa que aquela velha história de que com a chegada da idade as pessoas vão ficando limitadas não passa de um mito.

Créditos da imagem: Saúde e Corpo.

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Cadastro de Especialistas pretende melhorar a saúde no Brasil

Cadastro de Especialistas pretende melhorar a saúde no Brasil

Já no primeiro mês do ano de 2013, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) lançou novas ideias para melhorar a qualidade dos serviços dos planos de saúde para os brasileiros. Uma das novidades tem como objetivo oferecer médicos mais especializados e capacitados para beneficiários em todo território nacional.

Pensando nisso, a ANS se reuniu com representantes do Ministério de Saúde para elaborar o Cadastro Nacional de Especialista. A ação tem a colaboração do Observatório de Relações Humanas da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e também do Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva da UFMG.

A principal intenção do cadastro é conhecer mais a fundo o perfil, atuação e a distribuição dos médicos no Brasil. Segundo Mozart Sales, secretário do Ministério da Saúde, essa é uma maneira de incentivar a formação de especialistas capacitados que possam oferecer serviços de maior qualidade para a população.

Para agrupar as informações sobre os médicos, a ideia é utilizar as informações da Comissão Nacional de Residência Médica. Já para saber como se dá a atuação médica das especialidades oferecidas pela saúda suplementar, a ANS e o Ministério da Saúde contarão com informações e dados relevantes das operadoras de planos de saúde.

Como o Brasil é um país grande, para que esse Cadastro Nacional de Especialistas seja eficiente e cumpra o seu objetivo, será muito importante a integração de esforços das instituições parceiras, inclusive das empresas de saúde suplementar que deverão ajudar com a atualização periódica de dados e informações sobre a atuação dos profissionais.

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Qualidade de vida é a melhor maneira de prevenir dores crônicas

Qualidade de vida é a melhor maneira de prevenir dores crônicas

Você sabia que o sobrepeso junto da falta de atividades físicas e a má alimentação podem causar dores crônicas? Geralmente, essas condições aumentam as possibilidades de pessoas desenvolverem artrose, dores articulares ou lombares atingindo um nível que passa do estado agudo para o crônico.

Mas qual a diferença entre uma dor passageira e uma dor que pode incomodar para sempre? Normalmente, a dor que sentimos quando nos machucamos ou começamos a passar mal é uma dor aguda e funciona como um alarme para que nos manter vivos.

Já nos casos das dores crônicas, ocorre a perpetuação do estímulo que antes funcionava apenas como alarme. O processo é bem complexo, pois altera também o lado emocional e cognitivo da pessoa, o que faz com que analgésicos comuns percam o efeito.

Por essas razões, o tratamento de uma dor crônica deve ser feito por uma equipe multidisciplinar, que envolve fisioterapeutas, médicos, psiquiatras e psicólogos. Outro detalhe é que entre os medicamentos estarão antidepressivos e anticonvulsivantes, isso porque, para que haja alívio da dor, o remédio deverá atuar diretamente no sistema nervoso central.

Atualmente, o atendimento e tratamento para dores crônicas são feitos apenas por hospitais universitários e algumas poucas clínicas privadas especializadas, ou seja, as vagas são muito restritas para dar conta da demanda.

Contudo, é possível prevenir e evitar este tipo de problema. Segundo a neurologista Norma Fleming, o melhor tipo de prevenção para as dores crônicas é viver com qualidade de vida, ou seja, adotar hábitos mais saudáveis em prol da própria saúde.

Outra maneira de prevenir estes e outros transtornos é contar com convênios médicos. No caso dos idosos, a melhor alternativa é recorrer aos planos de saúde sênior, criados especialmente para atender a terceira idade e que oferecem atendimento e assistência de acordo com as necessidades de quem já tem mais de 50 anos.

 

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Dieta inadequada dos brasileiros é principal causa de doenças cardíacas

Dieta inadequada dos brasileiros é principal causa de doenças cardíacas

Não é novidade que o consumo de sódio na dieta do brasileiro aumentou nos últimos tempos. Em compensação, conforme os relatórios de pesquisas, o consumo de potássio tem ficado cada vez menor.

 

Essa realidade pode ser consequência de uma simples confusão. Isso porque a maioria das pessoas acredita que o sódio está presente apenas no sal. No entanto, o elemento que compõe naturalmente ovos e laticínios, está presente também e em quantidade ainda maior em produtos processados, como bacon, pão, refrigerantes, salgadinhos, doces, massas instantâneas, carnes e condimentos, como molho de soja.

Assim, muitos até reduzem a quantidade de sal na hora de temperar a comida, mas consomem exageradamente os demais produtos onde o sódio é encontrado.

Já o potássio, que segundo a Organização Mundial de Saúde, deve ser consumido diariamente, é encontrado em frutas como mamão e banana, nos legumes e também no feijão. Quando esses produtos são industrializados, porém, a quantidade de potássio tende a reduzir. Por isso, o ideal é optar pelas frutas, lembrando que o indicado é consumir 3.510 mg de potássio por dia.

O consumo excessivo de sódio e a falta de potássio na alimentação ficam visíveis no percentual considerável de crianças e adultos que sofrem com o aumento da pressão arterial e, com isso, estão mais propensos a desenvolver doenças cardíacas e acidentes vasculares cerebrais.

Segundo dados do Departamento de Nutrição da OMS, a situação é grave, uma vez que os problemas de hipertensão já aparecem na infância, o que significa maior probabilidade de riscos para saúde do futuro adulto.

Diante disso, a OMS orienta para que especialistas da saúde pública desenvolvam um trabalho específico de prevenção para tratar também de doenças não transmissíveis, mas que também são letais, como é o caso das doenças cardíacas e do acidente vascular cerebral, responsáveis por boa parte da taxa de mortalidade no mundo todo.

Créditos da imagem: Notícias r7.

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